Natureza | Flores | Gloxinia.

A Gloxínia é uma planta de origem brasileira e muito fácil cultivo graças a sua resistência e o fato de ser totalmente acostumada ao clima tropical. Essa planta é muito utilizada para enfeitar o interior das casas por ser bem pequena e apresentar flores carnudas de tamanho e coloração bem forte. Deve-se lembrar que durante seus meses de dormência ela não é tão bonita, porém não se deve preocupar-se pois saída da dormência ela volta a apresentar suas enormes flores. Esta planta necessita uma limpeza após sua floração, pois suas enormes flores morrem e ficam sobre ela se não forem removidas. Faça isto sempre após os períodos de floração para que a planta se recupere mais rapidamente no período de dormência e possa voltar a florir. É importante para que ela viva saudável que não lhe falte nutrientes e que seu solo tenha uma boa drenagem para que o acumulo d’água não cause a proliferação de doenças causadas por fungos. Para elaborar um solo assim misture um pouco de adubo orgânico, areia e osso em pó à terra onde irá plantá-la. Utilize um pouco de adubo NPK rico em fósforo antes da floração para que ela seja mais vistosa.  Não esqueça de irrigar essa planta diariamente, mas sem encharcá-la, e não deixe-a diretamente ao sol, para que não tenha suas flores queimadas.

Natureza | Quaresmeira.

A Quaresmeira também é conhecida como cuipeúna, manacá-da-serra, flor-de-maio, flor-da-quaresma, jacatirão-de-capote e pau-de-flor.
Árvore de pequeno porte, até 12,0 m, ramos quadrangulares e forma de sombrinha. Quando nova tem aparência de um arbusto.
As folhas perenes são verde-escuras rijas e pubescentes em ambas as páginas.
As flores são solitárias, grandes, vistosas e duráveis. Desabrocham com a cor branca e gradativamente vão se tornando violáceas, passando pelo rosa. Esta particularidade faz com que na mesma planta sejam observadas flores de três cores.
Em parque e jardins seu florescimento surpreende a todos pelo colorido vistoso e pode ser usada em pequenos jardins com belo efeito ornamental. A Quaresmeira também é conhecida como cuipeúna, manacá-da-serra, flor-de-maio, flor-da-quaresma, jacatirão-de-capote e pau-de-flor. As espécies de maior ocorrência na Mata Atlântica são a Tibouchina mutabilise a Tibouchina sellowiana. Nas fotos abaixo, além dessas duas espécies, estão representadas várias outras, entre árvores, arvoretas e arbustos.É uma espécie pioneira, característica da encosta úmida da Serra do Mar que ocorre do Rio de Janeiro até Santa Catarina. É encontrada quase exclusivamente na mata secundária, chegando, por vezes, a dominar a paisagem e podendo viver de 60 a 70 anos. Além da importância ecológica, a quaresmeira é muito utilizada na arborização urbana, com fins paisagísticos, devido à beleza de suas flores e por não apresentar raízes agressivas, permitindo seu plantio em diversos espaços, desde isoladas em calçadas, até em pequenos bosques em grandes parques públicos. Seu crescimento é rápido. Elas têm esse nome porque parte da floração mais intensa é próxima ao período religioso da Quaresma, que vai da quarta-feira de cinzas ao domingo de Páscoa, período de reflexão que antecede a Páscoa para os católicos. Outra coincidência: a cor símbolo da Páscoa é o roxo, mesma tonalidade de cor das flores da quaresmeira. As flores são solitárias, grandes, vistosas e duráveis. Desabrocham com a cor branca e gradativamente vão se tornando violáceas, passando pelo rosa. Esta particularidade faz com que na mesma planta sejam observadas flores de três cores.
Sua madeira apesar de ser de qualidade inferior é indicada para a construção de vigas, caibros, obra internas, postes, esteios e moirões para lugares secos.

Natureza | Orquídeas phalaenopsis.



Apresentam caule praticamente nulo com folhas largas e suculenta, onde é armazenada sua reserva nutricional, é monopodial, de crescimento sucessivo, possui raízes longas, grossas e flexíveis. Sua floração ocorre a partir de uma haste que parte de seu caule e desenvolve suas flores no decorrer da mesma.
O substrato pode ser composto por fibra de coco destratada, casca de pinus, carvão, casca de arroz carbonizada, semente de açaí carbonizada ou até mesmo uma mistura deles.
Deve ser mantido levemente úmido, não devendo ser encharcado, caso isso aconteça suas raízes apodrecerão e a planta morrerá.
É ideal para cultivo em ambientes fechados ou apartamentos, desde que o local tenha uma mínimo de ventilação natural e principalmente boa luminosidade indireta e esteja exposta a um mínimo de luminosidade solar filtrada entre 7 e 9 horas da manhã ou das 16 hs até o anoitecer. Resolve-se isso colocando seu vaso sobre aparadores junto de janelas. No habitat de origem, as Phalaenopsis vegetam em baixas altitudes de florestas tropicais asiáticas onde a temperatura média diurna varia entre 28 e 35 º C e noturna na faixa dos 20 a 24 º C e sob luminosidade natural filtrada pela copa das árvores, sem incidir diretamente nas folhas, a não ser aquela ainda fraca do amanhecer ou anoitecer. Baseado nisso fica mais fácil seu cultivo em interiores ou exteriores.

Natureza | Alho Social ou Tulbaghia.



O alho-social é uma planta herbacea, bulbosa, entouceirada e florífera, originária da África do Sul e amplamente utilizada em jardins por suas qualidades ornamentais e baixa manutenção. Suas folhas tem forma longa e afilada, como fitas. Elas são carnosas, com um forte aroma de alho e cor verde-escura, na forma típica. As inflorescências são do tipo umbela e surgem o ano todo, mas principalmente nos meses quentes. Elas despontam em pedúnculos altos, bem acima da folhagem, com um pequeno buquê de flores estreladas, tubulares, docemente perfumadas e de cor lilás, rosa ou branca. Os frutos que se seguem são cápsulas triângulares. Elas se abrem naturalmente quando maduras, liberando sementes pretas. Ocorrem ainda uma cultivar de folhas variegadas de creme, a “Silver Lace”, e uma cultivar com folhas variegadas de rosa e branco, a “Tricolor”.
O alho-social é presença constante em jardins planejados, pois é uma planta bastante versátil, fácil de cuidar e de extrema beleza e efeito. Esta planta de aspecto delicado e elegante pode compor maciços ou bordaduras sob sol pleno. É incrível como é fácil encaixá-la a diversos estilos de jardim em situações distintas. Seu crescimento é moderado, o que faz com que seja um tanto dispendioso montar um amplo maciço já com efeito cheio, bem entouceirado. No entanto, com o tempo isso se torna uma qualidade visto que a planta não é agressiva, resultando em baixíssima manutenção. Também pode ser plantada em vasos e jardineiras. Suas flores são muito duráveis após o corte, e podem ser utilizadas em arranjos florais.

Natureza | Marmeleiro ou Cydonia Oblonga.

O Marmeleiro [Cydonia oblonga Mill.  Cydonia communis Loisel. var. lusitanica(Mill.) Loisel.; Cydonia lusitanica Mill.; Cydonia lusitanica (Mill.) Asch. et Graebn.] é uma árvore, geralmente, de pequena dimensão, da família Rosaceae. Considerada como originária da Ásia Central, Cáucaso e norte do Irão, é atualmente cultivada, para aproveitamento dos frutos (marmelos) em todas as regiões temperadas do mundo.
Em Portugal, onde também é cultivado, quer para fins comerciais ou industriais, quer para consumo doméstico o Marmeleiro também surge como planta sub espontânea, encontrando-se com frequência em terrenos incultos e à margem de estradas e caminhos. E também não é incomum encontrá-lo a servir de sebe viva nas extremas de terrenos agrícolas.
Os marmelos, embora um tanto ácidos, são frutos com sabor muito agradável que podem ser consumidos, quer crus (não muito frequentemente dada a sua acidez) quer cozidos ou assados, sendo também utilizados como acompanhamento, aliás, excelente, para pratos de carne. Falta dizer que a polpa dos frutos é usada para a fabricação, industrial, ou caseiro, da marmelada.
O que se deixa dito não é novidade. Porém, já não será do conhecimento geral que as pétalas das flores do marmeleiro são também comestíveis e que têm um sabor agradável.