Imagens de Flores com Descrição de Espécies, Origem e Clima. Tudo Sobre Flores e Flora Doméstica, Urbana e Campestre.
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Natureza | Flores | Jardinagem | Boca de leão.
A planta originária da região do Mediterrâneo, é uma herbácea florífera bienal, e é tratada como anual, ou seja, os canteiros deverão ser refeitos anualmente. Eles ainda alcançam em torno de 70 cm de altura mas a variedade anã não deverá passar de 35 cm. Toda a planta tem porte ereto com folhas lanceoladas e hastes com inúmeras flores de cores que são bastante variadas. Seu nome popular é derivado do formato das flores que quando apertadas se abrem lembrando uma boca. Sua floração A floração da boca-de-leão acontece durante os meses de inverno e também da primavera, existem com isto diversas variedades com grandes diversidades de cores, brancas, amarelas, vermelhas e ainda laranjas, rosas e lilases.
A propagação A propagação acontece apenas por sementes, e a semeadura é realizada de preferência durante o outono, isto diretamente no local definitivo ou ainda em caixotinhos ou bandejas de isopor para um posterior transplante. Mantenha a sementeira sempre que possível úmida sem encharcar.
O cultivo da planta A boca-de-leão é uma planta voltada para climas frios, e precisa de sol pleno, e um solo rico em matéria orgânica e bem drenadas. Procure com isto fazer regas regulares, evitando direcionar o jato de água para a parte superior de sua planta. Ela é pouco atacada por pragas e doenças.
O ciclo da planta A Boca de Leão possui um ciclo anual existente e atinge uma altura equivalente entre 40 e 70 cm de altura. Apresenta um tipo de floração diferenciada com cores diversas como o amarelo, o roxo, o rosa, o branco, entre várias outras cores. As flores sempre surgem entre o final do inverno e o começo da primavera apreciando mais como dito anteriormente o frio.
A boca de leão além de ser utilizada para decorar ela é considerada como uma planta medicinal, capaz de purificar o sangue, e é muito efetiva para tratamentos de doenças como o reumatismo, problemas digestivos além de ser diurética, além disto ela é empregada contra problemas de vesícula e de fígado, aumentando a produção existente da bílis e estimula o apetite. Podem ser encontradas facilmente em qualquer lugar e são perfeitas para o cultivo.
Natureza | Flores | Árvore ornamental cachos de marfim.
O cacho-de-marfim é uma árvore perenifólia, florífera e muito ornamental, originária das florestas tropicais ao norte de Queensland, na Austrália. De porte médio a grande, ela alcança em seu habitat, cerca de 30 metros de altura. Já em cultivo, raramente ultrapassa 8 metros. Apresenta copa arredondada, com 2 a 5 metros de diâmetro, e tronco elegante, de casca marrom a cinzenta. Apresenta folhas elípticas, inteiras, de nervura central bem marcada e cor verde-escura, brilhante, com a página inferior esbranquiçada e com textura aveludada. Floresce no verão, despontando longas e cilíndricas inflorescências, do tipo rácemo, pendentes e terminais, com flores de cor creme e estames curvilíneos. O frutos que se formam em seguida são folículos lenhosos, de cor marrom. No paisagismo, o cacho-de-marfim é uma opção bastante interessante, por sua resistência, baixa manutenção e beleza extraordinária durante a floração. Devido ao seu crescimento restrito em cultivo, é ideal para plantar ao longo de passeios e outras áreas urbanas. Pode ser utilizada isolada, em renques ou formando pequenos grupos. É bastante atrativa para os insetos no florescimento e fornece sombra aprazível durante o ano inteiro. Ainda rara em cultivo no Brasil, está no entanto, demonstrando boa adaptação ao nosso clima e solos.
Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente no primeiro ano de implantação. Não tolera solos encharcados, mas é bastante exigente em água. Assim não é muito adequada a áreas com chuvas irregularmente distribuídas, com períodos secos muito marcados e longos. Tolera sombreamento parcial. Não resiste a geadas fortes, principalmente quando jovem, mas depois de bem estabelecida é capaz de tolerar geadas eventuais. O frio e a carência de água reduz o crescimento da planta, que pode não ultrapassar o porte arbustivo. Esta espécie dispensa podas, mas pode ser podada sem problemas, por quem desejar lhe impor um formato específico. Multiplica-se por sementes, mas principalmente por estaquia dos ramos semilenhosos. O florescimento se inicia cerca de 3 a 5 anos após o plantio.
Natureza | Flores | Cacto flor de maio.
Um dos cactos mais apreciados e difundidos, a flor-de-maio, floresce em pleno outono, o que lhe confere o nome de flor-de-natal no hemisfério norte. Por este motivo é bastante comercializado nestas época para presente. Seu caule é formado de várias partes (artículos) que podem ser destacados para formar novas plantas. A cada ano, após a floração, formam-se novos artículos que serão os responsáveis pela próxima florada. Suas flores delicadas, grandes e brilhantes, podem ser rosas, brancas, laranjas e vermelhas e atraem beija-flores.
Deve ser cultivado em substrato para epífitas misturado à terra vegetal, regada periodicamente, à meia-sombra. Fica muito bem isolada em vasos ou em combinação com outras epífitas, sobre árvores e paredes preparadas.
Natureza | Flores | Cacto flor de outubro.
A flor-de-outubro é uma planta herbácea, epífita e florífera, da família dos cactos e nativa do sul do Brasil. Ela apresenta artículos suculentos, cilíndricos a achatados, de cor verde escura, muitas vezes com bordos arredondados e avermelhados, providos de pequenos espinhos. Eles crescem inicialmente eretos e quando atingem certo comprimento e peso, tornam-se arqueados e pendentes. Assim, plantas mais velhas, podem ter um interessante efeito de cascata. As flores surgem na primavera, mais precisamente em outubro no hemisfério sul. Elas são muito belas e grandes, com formato estrelado e são axilares ou terminais. A espécie típica apresenta flores cor-de-rosa, mas há uma cultivar de flores vermelhas. A Hatiora rosea é uma das formadoras do híbridoHatiora × graeseri, mundialmente conhecido e comercializado sob o nome de Easter Cactus.
Plante em vasos, jardineiras e cestas pendentes, de forma que o efeito pendente possa ser valorizado. Ideal para adornar varandas, sacadas, pátios, salas de estar, escritórios, entre outras áreas protegidas do sol direto, porém bem iluminadas. Seguindo as últimas tendências, a flor-de-outubro é uma espécie de eleição para os curiosos vasos invertidos (de cabeça para baixo) e para jardins verticais. No jardim, cultive-o em forquilhas de árvores de casca grossa e rugosa, de copa perenifolia, acrescendo esfagno nas raízes e prendendo firme e delicadamente com materiais naturais como ráfia, sisal ou cordão de algodão.
Deve ser cultivada sob meia sombra ou abundante luz difusa, em substrato próprio para epífitas, ou seja, leve, arejado, perfeitamente drenável e com boa capacidade para reter umidade. Misturas próprias para orquídeas, acrescidas de um pouco de areia e terra vegetal são boas para o cultivo. Não tolera encharcamento, apodrecendo rapidamente. Assim, evite usar o pratinho sob o vaso, mas regue regularmente. Fertilize a partir do fim do inverno, com adubos químicos ou orgânicos, próprios para floração, como NPK 04.14.08 ou farinha de ossos com esterco curtido. Mantenha a fertilização até meados do outono. Aprecia o clima subtropical. Multiplica-se por estaquia dos artículos postos a enraizar em substrato mantido úmido. Destaque-os artículos após a floração, sem ferí-los, torcendo-os na base para que se soltem. Como em outras espécies de cactos, deixe os artículos cicatrizarem em local fresco e sombreado por 24 horas antes do plantio. Plante de 3 a 7 artículos por vaso, para um visual mais cheio.
Natureza | Flores | Lírios-do-Zéfiro.
Diversas espécies e híbridos do gênero Zephyranthes são conhecidos como lírio-da-chuva ou lírio-do-zéfiro. As espécies mais comuns e utilizadas em melhoramentos são a Z. rosea, a Z. grandiflora, a Z. atamasca e a Z. robusta. As folhas deste lírio são afiladas e longas. As flores são solitárias e podem ser grandes ou médias, simples ou dobradas, apresentando, de acordo com a variedade, coloração rósea ou salmão em diversas tonalidades.
Sua utilização paisagística é ampla, prestando-se para a formação de maciços sobre o gramado e bordaduras, em canteiros ou em vasos, e adaptam-se muito bem a jardins de pedra. De acordo com a variedade e o clima em que está inserido, pode florescer durante a primavera, o verão e ou o outono, normalmente após dias fortes de chuva. Os bulbos descansam durante o inverno, época em que não podem ser molhados.
Devem ser cultivados em solos férteis, leves e bem drenáveis, mais arenosos que o habitual, sempre sob sol pleno. Não toleram invernos rigorosos de climas temperados, e devem serplantados em vasos nestas regiões para permitir a transposição para ambientes protegidos neste período. Durante as estiagens, sua floração pode ser estimulada através de irrigações periódicas. Multiplicam-se por divisão das touceiras com os respectivos bulbos. Se você gosta de flores delicadas e belas aposte nestes lírios eles são belos e singelos um presente da natureza para nossa casa e jardim.
Natureza | Flores | A árvore da felicidade.
A árvore-da-felicidade-fêmea é um arbusto ou arvoreta, de textura semi-lenhosa e folhagem ornamental, cercada de misticismo e superstições. Acredita-se que a presença da planta na casatraz harmonia e felicidade ao ambiente e seus moradores. No entanto, para receber essas dádivas não se pode comprá-la simplesmente, é preciso ganhar de presente. Essa história surgiu do fato de os povos orientais frequentemente oferecerem a planta de presente, em conjunto a uma outra espécie. Apesar do nome, do parentesco e da semelhança, as plantas são de diferentes espécies e não necessitam uma da outra para viver ou se reproduzir. Ainda assim, há quem diga que somente plantadas juntas elas trazem boa sorte e felicidade. Suas folhas são tripinadas, aromáticas, brilhantes, de cor verde escura, lineares a lanceoladas e subdivididas em finos segmentos. Com o passar dos anos, as folhas de baixo secam e caem, exibindo um caule rugoso, forte e bonito, que aparenta ser mais antigo do que realmente é. Essa característica é muito procurada em plantas para a arte do bonsai. Ocorre ainda uma variedade de folhas variegadas, com margens brancas. Raramente floresce fora do seu habitat. Plante a árvore da felicidade-fêmea em bonitos vasos de cerâmica ou resina, que fiquem bem com a decoração do ambiente. Sua folhagem luxuriante, de textura fina e tropical tem um efeito decorativo impactante em salas, escritórios, quartos, varandas, pátios, etc. Realize podas de formação e limpeza, estimulando o adensamento da planta e prevenindo assim doenças e pragas. Mantenha a proporção do tamanho da muda com o volume do vaso. E tenha em mente que de tempos em tempos, a planta precisará ser transplantada, precisando cada vez de uma vaso maior, que acompanhe o seu desenvolvimento. No jardim pode ser plantada isolada, em conjuntos ou em renques, preferencialmente em áreas protegidas. Se conduzida em ambientes internos, tende a crescer demorando para lignificar o caule. Essa característica a torna suscetível a quebras. Portanto, utilize tutores de bambú ou madeira, para manter a planta bem escorada.
Deve ser cultivada sob sol pleno, meia sombra ou luz difusa, em solo drenável, enriquecido com matéria orgânica e mantido úmido, sem encharcar. Ao montar o vaso para a planta, utilize como substrato uma mistura de solo comum de jardim, terra vegetal, areia e vermiculita, e forre o fundo do vaso com pedras e manta geotêxtil. Assim você garante a boa drenagem e a retenção ideal de umidade. Apesar do que muitos podem dizer, a árvore-da-felicidade-fêmea pode ser plantada sob sol pleno, desde que a mudança para o ambiente ensolarado seja lenta e gradual, evitando assim a queima repentina das folhas. Da mesma forma, plantas cultivadas sob intensa iluminação precisam ser gradativamente sombreadas, pois correm o risco de perder todas as folhas depois da brusca mudança de ambiente. Ela cresce muito bem em ambientes sombreados em até 80%, mas ficará mais viçosa e cheia em áreas mais iluminadas. Não tolera poluição ou fumaça de cigarros, assim como frio intenso, geadas, salinidade, ar condicionado ou áreas expostas com muito vento. Fertilize de maneira branda e diluída durante toda a primavera e verão. Multiplica-se facilmente por estaquia dos ramos, que podem ser obtidos durante as podas.
A lenda da Árvore da Felicidade
“Existiu no antigo Japão a lenda de uma árvore mágica que diziam trazer felicidade e realizações a todos que passassem por ela.
A pequena Haru morava numa aldeia com sua família e já ouvira sua avó contar essa lenda, tendo o sonho infantil de encontrar essa árvore.
Sua família vivia em dificuldades. Certa manhã, ela e Anisan, seu irmão, brincavam pelas redondezas quando viram um velhinho sentado em uma pedra e dele se aproximaram.
– Bom dia!
– Bom dia! Que linda manhã de sol não é mesmo?
– Sim, o que o senhor faz por aqui?
–Estou descansando um pouco, pois vim de muito longe em busca da Árvore da Felicidade…
Haru e Anisan levantaram as orelhas, curiosos:
– Não sabíamos que essa árvore ficava por aqui.
– Ela não fica. Nesse lugar está o portal que nos leva até ela.
– Um portal?
– Sim, mas não é fácil chegar lá. Precisa-se ter boas pernas para subir aquela montanha e eu já estou meio velho…As crianças olharam a grande montanha à sua frente e pensaram não ser tão difícil escala-la. Foi nesse momento que o velho propôs:
– Por que vocês não me ajudam a subir? Eu posso mostrar onde fica o portal para vocês…
Os irmãos se entreolharam. O velhinho parecia ser bonzinho e estava tão cansado que concordaram e começaram a caminhada.
Mesmo tendo um cajado, o velho subiu com dificuldade, e as crianças tiveram que apóia-lo quase o tempo todo.
Lá de cima, avistava-se toda a cidade e eles respiraram fundo quando chegaram.
– E agora? – perguntaram – Onde está o portal?
– Está bem à nossa frente…Mas só quem tem o coração puro pode ver…
As duas crianças olharam aquele imenso prado verde e nada conseguiam ver.
– Não vemos nada…- reclamou Anisan.
– Olhem com os olhos da alma…- disse o velhinho – Está ali, bem à nossa frente. Já estou vendo…
– Haru fechou os olhos, sentiu a suave brisa da manhã, o calor do sol e pensou no quanto desejava conhecer essa árvore para trazer felicidade e prosperidade para sua família. Quando abriu os olhos, a magia aconteceu: ela viu um caminho que antes não estava ali!
– Veja, Anisan: uma passagem…parece meio invisível…
Anisan esfregou os olhos e também viu.
– Estou vendo! Vai dar num bosque!
– É isso mesmo! – sorriu o velhinho.
Vamos!
E os três se aventuraram por aquele caminho.
Atravessando o portal, tudo parecia mais bonito: o verde era mais verde, as flores mais coloridas, o céu parecia mais azul. Havia pássaros e borboletas que eles nunca haviam imaginado!
-Como é lindo! – exclamaram as crianças.
Após passarem pela floresta, chegaram a uma clareira onde repousava isolada uma simples árvore frondosa, mas Haru soube na hora que era aquela.
– É aquela! Tenho certeza!
As crianças correram na frente, abraçando seu tronco e subindo em seus galhos
– E agora? Como fazemos para ter felicidade? – quis saber Anisan.
– Basta fazer um pedido do fundo do seu coração! –explicou o velho.
Os irmãozinhos fecharam os olhos e pediram felicidade e prosperidade para sua família. Sentiram-se tão imensamente gratos por estarem ali, que suas almas resplandeceram. Ao abrirem os olhos, toda a árvore estava envolvida em uma grande luz, como se atendesse ao desejo dos garotos.
Ambos ficaram deslumbrados!
Haru chamou o velhinho: – O senhor não vai pedir nada?
Ele apenas sorriu, e disse:
– Na verdade, já sou muito feliz e vim aqui somente para traze-los, pois sei que são boas crianças, com pais que merecem ver seu desejo realizado. Acham que sabem voltar sozinhos?
– Claro! – respondeu Haru – mas não compreendo por que nos trouxe até aqui, subiu com tanta dificuldade e não pediu nada para si…
– Porque a verdadeira felicidade está em ver as outras pessoas felizes. Sou apenas o guia dessa árvore…Adeus crianças!
E assim dizendo, ele desapareceu, como um sopro.
Anisan e Haru se olharam assombrados, mas não sentiram medo, e sim gratidão pelo que o velhinho fizera.
Voltaram para casa correndo, contando as novidades para sua família que, daquele dia em diante, não mais passou fome, nem teve nenhuma necessidade, prosperando cada dia mais.”
Natureza | Flores | Lágrimas de bebê.
Lágrimas-de-bebê é uma planta herbácea, perenifólia, ramificada e rasteira, de folhagem ornamental e originária da Córsega e da Sardenha, na Itália. O nome científico advém de Joseph François Soleirol (1796-1863), que coletou a planta na Córsega, no início do século XIX. Ela apresenta ramagem prostrada, frágil, ramificada e pubescente, que emite raízes assim que toca o solo. Cresce indefinidamente de forma horizontal, ao invés de vertical, cobrindo o solo com um denso tapete verde. Suas folhas são minúsculas, abundantes, de formato arredondado, inteiras, brilhantes e com pecíolos curtos. As flores brancas e diminutas surgem no verão, nas axilas foliares, e tem pouca importância ornamental. O fruto é do tipo aquênio. Há cultivares da planta com diferentes tons de verde, com destaque para a ‘Variegata’, com folhas variegadas de branco, e a ‘Aurea’, de um tom Variavel.
O uso mais comum da lágrimas-de-bebê é como folhagem, em vasos, adornando interiores, com seu formato arredondado. No paisagismo, ela é bastante utilizada como forração, em locais sombreados, onde a grama não se desenvolve pela falta de luz e excesso de umidade. Mas há que se atentar para não utilizá-la em áreas de circulação pois não resiste ao pisoteio. Sua textura é fina e de grande interesse, e muitos dizem que lembra cabelos cacheados, formando um contraste com o gramado ou outras forrações. É excelente como maciço, bordadura ou como pano de fundo para outras espécies, em canteiros, vasos ou jardineiras, com destaque para as cestas pendentes, onde a folhagem da planta pende como uma cascata verde. Ainda é bastante aproveitada no contorno de laguinhos, preenchendo os espaços entre as rochas, suavizando e conferindo naturalidade ao espaço. Por apreciar a sombra e umidade, é indicada também para a composição de terrários fechados. É considerada comestível, com sabor picante, podendo substituir o agrião em saladas e sanduíches.
Deve ser cultivada sob luz indireta em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente, de forma a manter a umidade, sem encharcar. Reduzir as regas no inverno e suplementar as regas no verão com pulverizações sobre as folhas. Não tolera incidência direta do sol, principalmente nas horas mais quentes do dia, o que fatalmente queimaria suas delicadas folhas. Também não é resistente a estiagem ou geadas. Em locais com clima temperado, se não for protegida, perde suas folhas no frio invernal, tornando-se decídua, mas é capaz de rebrotar na primavera. O ideal, nessas condições é trazê-la para ambientes protegidos, como estufas úmidas ou dentro de casa, principalmente na iminência de geadas. Multiplica-se facilmente por divisão da ramagem enraizada ou por estaquia. Por suas características reptantes, rapidamente cria raízes nos nós, facilitando a propagação.
Natureza | Flores | Dendrobium de capuz.
O dendrobium -de-capuz é uma orquídea simpodial, epífita ou litófita, decídua e muito florífera, que encanta a todos que a conhecem. Ela apresenta pseudobulbos afilados, cilíndricos, avermelhados, recobertos por uma película papirácea e transparente, pendentes e muito longos, podendo alcançar 2 metros de comprimento. Suas folhas são verde brilhantes e aparecem apenas durante o crescimento dos pseudobulbos, caindo no período do inverno. Assim, ela é curiosamente, uma orquídea decídua, que mantém os pseudobulbos antigos saudáveis por muito tempo. Floresce na primavera, estando a planta despida de folhas e com aspecto que engana os desavisados, que muitas vezes podem pensar que trata-se de uma planta artifical ou que ela está morta ou doente. A floração é curta porém abundante e espetacular, com os pseudobulbos carregados desde à base. As flores apresentam a cor rosa desbotada, com o labelo na cor branco-creme e em forma de trombeta, com veios rosados e finamente franjados em sua borda. Além da forma típica, ocorrem naturalmente outras duas variedades, uma suave, com flores de cor quase branca e outra mais intensa, com flores de cor rosa-escuro, quase violáceo.
No paisagismo e na decoração, o dendróbium -de-capuz merece ser valorizado por seu caráter pendente. Ele pode ser plantado em cestas e jardineiras suspensas ou fixado nos ramos altos de uma árvore. A delicadeza das cores suaves, tanto dos pseudobulbos nus, quanto das flores delicadas, remete a um certo romantismo bucólico. Assim, é ideal para acrescentar charme a ambientes com decoração provençal ou campestre.
Deve ser cultivado sob meia sombra ou luz difusa, em substrato próprio para epífitas, composto geralmente de fibra e casca de côco, casca de pinus, pedra britada, esfagno, etc. A drenagem dos vasos deve ser perfeita e as regas frequentes, sendo reduzidas no inverno. O sombreamento ideal indicado para a espécie é de 50 a 60%. Fertilize apenas durante o crescimento, ela não aprecia adubos enquanto estiver sem folhas, no inverno. Diferente do manejo do dendobrium não é indicado remover os pseudobulbos velhos desta espécie, pois estes tendem a florescer sucessivamente, ano após ano. Multiplica-se por separação dos keikis que se formam com facilidade e por divisão da planta, permanecendo cada muda com pelo menos quatro pseudobulbos, rizoma e raízes, além de um broto guia.
Natureza | Flores | Aubrietia.
A Aubrietia é uma planta florífera, de textura herbácea, pertencente à mesma família dos álissos e das couves. Seu porte é baixo, com cerca de 15 a 30 centímetros de altura. Sua folhagem é ramificada, densa, de formas arredondadas, com folhas sagitadas, denteadas, pilosas e de cor verde acinzentada. As flores são simples, pequenas e delicadas, com quatro pétalas cada e cores que variam do branco ao azul, passando por diversas tonalidades de rosa, violeta e carmim. Floresce na primavera. Ocorrem variedades, raras em cultivo, de folhas variegadas de branco creme.
No jardim a aubrietia é ideal para formação de maciços e bordaduras. Sua maior vocação, no entanto, são os jardins rochosos. Entre as rochas ela forma contrastantes massas de cor, sendo que uma das utilizações mais incríveis e ornamentais da aubrietia é entre as fendas de muros de pedra. Ela adora este ambiente, desenvolvendo-se em um véu cheio, pendente, atrativo. Também pode ser cultivada em cestos suspensos, vasos e jardineiras. Evite plantá-la em locais baixos do terreno, prefira conduzi-la sobre montículos ou canteiros elevados para favorecer a drenagem.
Deve ser cultivada sol pleno, em solo leve, alcalino, preferencialmente arenoso, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Depois de bem estabelecida a aubrietia resiste muito bem a curtos períodos de estiagem e pode ser irrigada uma vez por semana. Não tolera encharcamentos ou climas quentes e úmidos. Apesar de perene, perde a beleza com o tempo e convém renovar os canteiros a cada 2 ou 3 anos. É capaz de tolerar a meia-sombra. Multiplica-se por sementes, estacas ou divisão da ramagem enraizada.
Natureza | Flores | Barlérias.
Planta de textura herbácea e muito florífera. A barléria é assim! Flores para quase todo o ano, com uma bela folhagem. Apresenta flores pequeninas e delicadas, de cor roxa, rosa ou branca, de acordo com o cultivar, em forma de trombeta. Deve ser cultivada sob pleno sol ou meia-sombra, com solo drenável, bem adubado e irrigações regulares. Não tolera o frio.
Natureza | Flores | Helicônia ornamental.
A Helicônia, também conhecida como Bananeira ornamental, caeté, bananeira-do-brejo, são protegidas por inflorescências de tons fortes como o vermelho, amarelo e verde (cores que lhe dão o nome de planta-papagaio em algumas regiões) e protegem flores muito bonitas e exuberantemente coloridas.
Essas flores pendem da planta e proporcionam um belo espetáculo de cor contrastante com o verde forte desta planta. Geralmente a flor possui uma cor vermelha intensa no centro, adquirindo uma tonalidade amarelada e esverdeada conforme vai se aproximando das bordas.
O néctar dessas flores é usado como alimento por diversos animais, em especial beija-flores. A Helicônia Rostrata atrai também diversas outras variedades de pássaros, por isso é muito plantada em jardins e outros locais com o objetivo de atrair esses animais.
Esta planta é cultivada em ambientes domésticos para fins estéticos (como ornamentar jardins) ou como decoração de muros, ou como flores de corte. Quando adulta forma touceiras muito belas que lembram pequenas bananeiras.
Planta herbácea rizomatosa de porte alto pode crescer até 3,0 metros de altura, folhas grandes coriáceas, ovais, que se apresentam quase sempre rasgadas até o pecíolo longo.
As flores são pequenas dentro de brácteas coloridas e imbricadas, formando grande inflorescência pêndula. Pode ser cultivado no Brasil todo em regiões de clima ameno a quente.Não tolera bem geada nem ventos frios.A helicônia, assim como outras da mesma família são excelentes para paisagismo de grandes espaços, junto a muros.Tem a tendência invasiva, mas podemos controlar seu crescimento retirando as plantas que já floresceram.Para áreas litorâneas que não tenham vento forte ou então com proteção de quebra-ventos de bambu ou plantas mais densas.Faz belo efeito tropical.Também pode ser plantada também em vasos, desde que de boca larga.Quando bem cuidada e irrigada, essa planta floresce o ano inteiro, preferindo períodos mais quentes como primavera e verão. É uma planta que não se adapta bem a extremos de temperatura.
Natureza | Flores | Lobélia azul.
Muito florífera, a Lobélia é uma ótima opção para compor vasos e cestas suspensas. Suas flores delicadas trazem um ar romântico para o jardim. Pode ser usada também como forração em vasos de espécies maiores.
- As flores são muito bonitas e ornamentais
- As folhas também são muito ornamentais
- Crescimento rápido
- Bastante rústica
- A lobélia é uma planta que, além de ser usada como decoração, também é usada para fins medicinais. A lobélia é uma planta herbácea prostrada ou rasteira e muito florífera. Ela é muito ramificada, apresentando formato arredondado e porte baixo, de cerca de 20 cm de altura.
As folhas são alternas, glabras, sendo que as basais são obovadas e de margens dentadas e; as superiores são mais afiladas e por vezes não apresentam as margens dentadas.
A folhagem geralmente é verde, mas pode ser bronzeada. Atrai borboletas, atraem beija-flores e pode ser plantada em vasos.As cores variam do branco ao azul escuro, com o centro amarelo ou branco. O fruto é uma pequena cápsula, com cerca de 5 – 8mm, e contém numerosas sementes. Atualmente muitas variedades estão disponíveis, entre estas podemos citar: ‘Alba’ (de flores brancas), ‘Florepleno’ (de flores dobradas), ‘Grandiflora’ (de flores grandes), ‘Speciosa’ (pendente), ‘Blue Moon’ (de flores azuis), ‘Crystal Palace’ (folhagem bronzeada), ‘Rosamunde’ (flores vermelhas), entre outras com variações nas flores ou na folhagem.
Natureza | Flores | Lavatera de três meses.
A lavatera-de-três-meses é uma planta herbácea e anual, que se destaca por sua floração abundante e bela. Seu porte é um pouco maior que a maioria das floríferas anuais de jardim. Elaalcança de 45 a 80 cm de altura. Seu caule é ramificado, ereto e verde, mas que em algumas variedades atinge tonalidades avermelhadas com o tempo. As folhas são dispostas alternas, com margens serrilhadas, sendo que as inferiores são cordadas e as superiores lobadas. Tanto ramos quanto folhas apresentam pêlos finos e esparsos .No jardim, a lavatera é perfeita para a formação de maciços e bordaduras. As tonalidades delicadas de suas flores acrescentam charme e sofisticação ao paisagismo. Combina com jardins deinspiração campestre e européia, como jardins ingleses, franceses ou italianos. Por sua resistência à seca é ainda uma excelente opção para jardins rochosos e áridos. Também pode ser plantada em vasos e jardineiras, adornando pátios e varandas.
As flores surgem na primavera e verão, e são grandes, axilares, solitárias, simples, em forma de trompete e muito vistosas. De acordo com a cultivar elas podem ser róseas, brancas ou vermelhas, em diferentes tonalidades. Elas são bastante atrativas para abelhas e borboletas. Os frutos são do tipo esquizocarpo, divididos em 12 mericarpos, contendo as sementes. No jardim, a lavatera é perfeita para a formação de maciços e bordaduras. As tonalidades delicadas de suas flores acrescentam charme e sofisticação ao paisagismo. Combina com jardins deinspiração campestre e européia, como jardins ingleses, franceses ou italianos. Por sua resistência à seca é ainda uma excelente opção para jardins rochosos e áridos. Também pode ser plantada em vasos e jardineiras, adornando pátios e varandas.
As flores surgem na primavera e verão, e são grandes, axilares, solitárias, simples, em forma de trompete e muito vistosas. De acordo com a cultivar elas podem ser róseas, brancas ou vermelhas, em diferentes tonalidades. Elas são bastante atrativas para abelhas e borboletas. Os frutos são do tipo esquizocarpo, divididos em 12 mericarpos, contendo as sementes. No jardim, a lavatera é perfeita para a formação de maciços e bordaduras. As tonalidades delicadas de suas flores acrescentam charme e sofisticação ao paisagismo. Combina com jardins deinspiração campestre e européia, como jardins ingleses, franceses ou italianos. Por sua resistência à seca é ainda uma excelente opção para jardins rochosos e áridos. Também pode ser plantada em vasos e jardineiras, adornando pátios e varandas.
Natureza | Flores | Zamioculcas folhagens.
A zamioculcas é uma folhagem ornamental, popular pela rusticidade e beleza, principalmente quando utilizada em interiores e outros locais de baixa luminosidade natural. Sua textura é herbácea, com folhas muito brilhantes, glabras, pinadas e de cor verde-escura, que chegam a um metro de altura. Suas folhas são semelhantes às de Zamia, uma cicadácea, o que lhe rendeu o nome científico. Apesar da semelhança, a zamioculca pertence à família das Aráceas, a mesma de caládios, copos-de-leite e antúrios. Apresenta um rizoma subterrâneo suculento, semelhante a uma batata, que permite sua sobrevivência em períodos secos. A inflorescência é do tipo espádice, com espata de cor branca a creme, parcialmente escondida entre as bases das folhas. A floração ocorre geralmente no verão ou início do outono.
No paisagismo, a zamioculca é ideal para lugares bastante sombreados, onde outra planta dificilmente sobreviveria. Ela pode ser um excelente curinga para corredores mal iluminados ou bosques fechados, e pode ser utilizada isolada, ou em maciços. É ideal para jardineiros descuidados, que esquecem de regar ou tem pouco tempo para se dedicar às plantas. Envasadas, elas vão bem em interiores em geral, como quartos, salas de estar, escritórios, halls de entrada, lojas, shopping centers, etc. Sua manutenção é baixíssima, pois é resistente e apresenta crescimento lento. Consiste na rega a intervalos espaçados, remoção de folhas amarelas e mortas e reenvase a cada 2 ou 3 anos. Todas as partes da planta são venenosas se ingeridas.
Natureza | Flores | Danúbio azul.
O danúbio-azul é uma planta herbácea, perene e muito florífera, nativa do sul dos Estados Unidos. Ela forma pequenas rosetas, cheias, com folhas basais verde-escuras, lanceoladas, estreitas e pecioladas. No verão surgem raminhos eretos, com folhas menores. Em regiões de clima temperado, a floração ocorre na primavera e verão, mas em locais onde o inverno é ameno, pode permanecer florida o ano todo. As flores são compostas, terminais, com pétalas franjadas e muito semelhantes às da Centaura. Elas podem ser azuis, roxas, brancas, rosa ou amarelas, de acordo com a cultivar. As hastes florais podem pender ou quebrar após chuvas torrenciais.
No jardim, o danúbio-azul pode ser uma bela e delicada bordadura, assim como pode formar maciços ou conjuntos com outras plantas. É indicado especialmente para jardins de estilo campestre. As plantas são muito fáceis de cultivar, exigem pouca manutenção e também podem ser plantadas em vasos e jardineiras, adornando pátios, janelas, varandas e sacadas. Ainda pode ser utilizada como flor-de-corte, tendo boa duração em arranjos florais e buquês. Curiosidade: As sementes de danúbio-azul contém mais de 40% de óleo. Deste óleo é extraído o ácido vernólico que pode ser utilizado na fabricação de plásticos, vernizes e adesivos.
Natureza | Flores | Ametistas.
A Ametista é uma planta de fácil cultivo e de belo efeito ornamental, deixando o ambiente mais colorido e bonito. É uma planta perene, de pequeno porte, que pode atingir até sessenta centímetros. Pequena, bonita, e fácil de cuidar, vem tomando espaço em projetos paisagísticos. É nativa da África do Sul e floresce com mais intensidade na primavera e verão, mas a floração se estende por todo ano!
Suas folhas são verdes escuras por cima, mas embaixo a folha é roxa. Suas flores são roxas, mas existe também a variedade com flores brancas que também são muito belas. É uma planta perfeita para quem não tem espaço, ou mora em apartamentos, pois elas são de pequeno porte, perenes, aguentam os ventos, e atrai borboletas Elas preferem sol-pleno ou meia-sombra.Suas inflorescências soltam muitas flores, principalmente nas duas estações que citei. Deve ser cultivada em solo rico em matéria orgânica e as adubações podem ser realizadas de dois em dois meses. ela gosta de água, podendo rega-la todos os dias, mas o solo nunca pode ficar encharcado!
Podem ser cultivadas em vasos, plantadas em canteiros, plantadas em conjuntos no jardim, em cestas, vasos grandes, e em jardineiras.
Natureza | Flores | Gusmânia.
A Guzmânia é uma bromélia perene (vive mais de um ano). Ela é epífita, e possui de 20 a 30 cm de altura. Seu florescimento exuberante é o grande atrativo da planta, sendo ela muito apreciada no mundo todo.
Sua floração ocorre principalmente no verão, mas pode aparecer em outras épocas do ano também.
Existem muitas espécies, híbridos e variedades de guzmânias, podendo elas possuir diferentes colorações e formas.
A Guzmânia é usada principalmente em vasos para a decoração de ambiente, como ponto focal, mas também é usada em jardins.
Cuidados: As bromélias-guzmânia crescem melhor em ambientes com altas temperaturas e alta umidade do ar (acima de 65%). Possui uma necessidade de luz alta à média, mas mostra sua melhor coloração quando deixada em local bastante iluminado por luz indireta. Cultivada principalmente em vasos preenchidos com extrato leve e permeável a base de fibra de xaxim com húmus.
Natureza | Flores | Rosa grandiflora.
Existem milhares variedades de rosas conhecidas. Uma das figuras históricas que impulsiona a popularidade da rosa nos tempos modernos é a Imperatriz Josefina, apaixonada pelas rosas. No seu jardim, no “Chateau de Malmaison”, possuía uma das maiores coleções da Europa que, aliás, não parou de crescer até a sua morte em 1814. Foi igualmente em França que, em 1816, surge a primeira rosa Hibrida Perpetua – a “Rose du Roi” – produzida nos jardins reais de Sèvres, em Paris.
A contínua floração e a beleza estonteante das flores, assim como um crescimento robusto e de uma grande defesa imunológica às doenças, é uma das maiores preocupações dos produtores desde o início da sua cultivação. Através de complexas e obstinadas “hibridações” foram sendo aperfeiçoadas e hoje a maioria das espécies comercializadas tem uma larga época de floração e são muito resistentes a doenças.
A rosa (rosa x grandiflora) é a mais importante espécie da família das rosaceas (rosaceae). Uma característica interessante nesta família é que todas as espécies de rosaceas possuem perfume e sabor.
Ao todo, 126 espécies originais silvestres resultaram, com o passar dos séculos e a intervenção da civilização, em mais de 30 mil híbridos, agora espalhados por todo mundo.
Natureza | Flores | Rosa rustica.
A rosa-rugosa é uma planta arbustiva, decídua e muito florífera, que encanta por sua rusticidade e beleza. Apresenta caules múltiplos, que brotam a partir das raízes, e ramagem muito densa, tomentosa e espinhenta. Os acúleos recobrem toda a extensão dos ramos e são curtos, retos e pontiagudos. As folhas são compostas, com 5 a 9 folíolos ovalados e de textura rugosa, como o próprio nome diz. A princípio verde-escuras, as folhas passam ao amarelo antes de cair, com o adentrar do outono. As flores surgem no verão e outono, são simples ou dobradas, perfumadas e de cor lilás, rosa ou mais raramente branca. Os frutos parecem pequenos tomates, são vermelhos e decorativos também.
A rosa-rugosa é uma das espécies de roseiras mais rústicas. Ela é utilizada para produzir híbridos resistentes às doenças comuns a estas espécies, como a ferrugem ou mancha-negra. Apesar de suas qualidades é pouco aproveitada no paisagismo, onde pode ser plantada isolada ou em renques formando cercas vivas defensivas e floridas. É capaz de tolerar podas de limpeza e de formação leves, que devem ser realizadas na primavera. Suas flores secas também podem ser utilizadas na fabricação de pot-pourri perfumados.
Natureza | Flores | Mussaenda-rosa.
O arbusto conhecido como Mussaenda-rosa é bastante vigoroso, com flores e folhas chamativas e considerado semi-lenhoso pelos botânicos. Não tolera muito o frio e é própria de regiões tropicais, já que para o seu desenvolvimento sadio, a área deve estar coberta por muito sol e calor. Produz muitas flores ao longo do ano, mesmo que as mesmas tenha tamanhos muito variados. Geralmente estas flores são extremamente pequenas, mas com grande perfume e coloração exuberante que mescla tons de branco com rosa claro. As sépalas podem ser muitas das vezes amareladas, com colorações em salmão por todas as pétalas das flores em determinadas variações da espécie. Mesmo a cor da flor sendo extremamente atraente, as inflorescências são bastante discretas quando desabrocham e vão se tornando maiores conforme o bom cultivo de cada uma. A Mussaenda é muita recomendada para ambientes externos, sendo plantada em grandes vasos ou formando pequenos renques e usando como suportes muros e cercas. Além disso, a espécie é amplamente recomendada como ornamental, criada para enfeitar asfaltos, praças, quintais pequenos ou grandes e uma grande variedade de locais públicos como praças e parques. Na Europa, a espécie foi adotada como uma boa forma de atrair alguns animais polinizadores como borboletas que se sentem atraída pelo perfume da espécie. No continente, o arbusto é muito usado em alguns canteiros e varandas grandes, sendo vistas em muitos locais públicos pelos países afora.
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